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from:
passado
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Written: 06-02-2026
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Will be sent: 10-10-2027
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Oi, eu.
Eu sei.
Você sempre sentiu que não pertencia totalmente.
Como se estivesse um passo fora da roda,
olhando a vida acontecer pros outros
enquanto você tentava entender qual era o seu lugar.
Você aprendeu cedo a se virar sozinha.
A observar mais do que falar.
A sentir mais do que mostrar.
E isso, às vezes, virou solidão.
Mas deixa eu te dizer uma coisa com clareza, sem romantizar:
você não foi excluída porque era pouco.
Você foi deslocada porque era profunda demais pra ambientes rasos.
Nem todo mundo sabe lidar com quem sente muito.
Com quem percebe o não-dito.
Com quem tem luz que incomoda e silêncio que revela.
Você tentou se encaixar.
Diminuiu opiniões.
Engoliu palavras.
Aceitou migalhas de atenção achando que era o máximo possível.
Não era.
A exclusão que você sentiu nunca foi rejeição.
Foi desalinhamento.
Você não nasceu pra rodinhas fechadas.
Você nasceu pra ser ponte,
pra circular entre mundos,
pra enxergar além,
pra sentir o que outros não sentem.
E eu sei que doeu.
Doeu não ser escolhida.
Doeu não ser lembrada.
Doeu perceber que você sempre dava mais do que recebia.
Mas olha pra você agora.
Você ainda é gentil.
Ainda é sensível.
Ainda é inteira.
Isso é força.
Isso é resistência do amor.
A partir de agora, promete uma coisa pra si mesma:
não mendigar lugar.
Não se forçar onde não cabe.
Não calar sua essência pra ser aceita.
Quem te enxerga, fica.
Quem não vê, perde.
Você não está sozinha como pensa.
Você está se preparando para encontrar gente que reconhece alma.
E quando a sensação de exclusão voltar — porque às vezes volta —
lembra disso:
você não foi deixada de fora.
Você foi guardada pra algo maior.
Com carinho, verdade e coragem,
você — que sempre sentiu demais, e ainda assim continuou
Eu sei.
Você sempre sentiu que não pertencia totalmente.
Como se estivesse um passo fora da roda,
olhando a vida acontecer pros outros
enquanto você tentava entender qual era o seu lugar.
Você aprendeu cedo a se virar sozinha.
A observar mais do que falar.
A sentir mais do que mostrar.
E isso, às vezes, virou solidão.
Mas deixa eu te dizer uma coisa com clareza, sem romantizar:
você não foi excluída porque era pouco.
Você foi deslocada porque era profunda demais pra ambientes rasos.
Nem todo mundo sabe lidar com quem sente muito.
Com quem percebe o não-dito.
Com quem tem luz que incomoda e silêncio que revela.
Você tentou se encaixar.
Diminuiu opiniões.
Engoliu palavras.
Aceitou migalhas de atenção achando que era o máximo possível.
Não era.
A exclusão que você sentiu nunca foi rejeição.
Foi desalinhamento.
Você não nasceu pra rodinhas fechadas.
Você nasceu pra ser ponte,
pra circular entre mundos,
pra enxergar além,
pra sentir o que outros não sentem.
E eu sei que doeu.
Doeu não ser escolhida.
Doeu não ser lembrada.
Doeu perceber que você sempre dava mais do que recebia.
Mas olha pra você agora.
Você ainda é gentil.
Ainda é sensível.
Ainda é inteira.
Isso é força.
Isso é resistência do amor.
A partir de agora, promete uma coisa pra si mesma:
não mendigar lugar.
Não se forçar onde não cabe.
Não calar sua essência pra ser aceita.
Quem te enxerga, fica.
Quem não vê, perde.
Você não está sozinha como pensa.
Você está se preparando para encontrar gente que reconhece alma.
E quando a sensação de exclusão voltar — porque às vezes volta —
lembra disso:
você não foi deixada de fora.
Você foi guardada pra algo maior.
Com carinho, verdade e coragem,
você — que sempre sentiu demais, e ainda assim continuou
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